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02/03/2013

Caso Fernando Iskierski e Abner Elias Taborda Cologi



Fernando Iskierski

Abner Elias Taborda Cologi


No dia 02/12/2010 os soldados do Exército Abner Elias Cologi Taborda e Fernando Iskiersi foram assassinados na Av. Comendador Franco (Avenida das Torres) no Bairro Uberaba, em Curitiba, após saírem da casa noturna Rancho Brasil e outra vítima, o amigo Nei da Silva Pinheiro que estava junto ficou gravemente ferido. Os três jovens eram amigos de longa data e tinham a mesma idade, 19 anos. Segundo a polícia, após uma discussão no estacionamento do Rancho Brasil o Gol branco das vítimas foi perseguido por um veículo Punto vermelho. A perseguição os alcançou na Avenida Comendador Franco (Avenida das Torres) perto da Curva do Tomate, o veiculo das vítimas foi metralhado com pelo menos 15 tiros. A arma usada foi uma pistola 9MM, de uso exclusivo das Forças Armadas e da Polícia Federal. Fernando e Abner morreram na hora com tiros na cabeça e pescoço e o amigo Nei foi levado ao pronto socorro com tiros no tórax e braço, apesar de estar em estado grave, sobreviveu.





Após metralhar o carro dos rapazes, os assassinos fugiram em direção a São José dos Pinhais. Mas, - ainda de acordo com os policiais - as imagens das câmeras internas e externas (estacionamento) do Rancho Brasil não mostraram qualquer tipo de briga ou conflito. - "O guardador de carros da churrascaria ao lado ouviu a discussão, que teria ocorrido na rua e não no estacionamento”. Além disto, há imagens das câmeras da churrascaria e também da empresa Climasul, que fica perto da Curva do Tomate, que podem ter captado imagens que ajudem nas investigações. A empresa Climasul fica exatamente onde ocorreu o crimes. Da casa noturna até o local do crime, existem dois radares que podem ter registrado os veículos e as placas.

Além de servirem como militares lotados no 5.º Grupo de Artilharia de Campanha Autopropulsado (Gacap), no Quartel do Boqueirão, Abner e Fernando eram atletas, se destacavam em competições, não tinham vícios, nem inimigos.


Boletim de Ocorrência da PM

Conforme descrito em lavratura da PM em B.O - Boletim de Ocorrência que:

*Transcrição Parcial*

Que na madrugada do dia dois de dezembro de 2010, quinta-feira, por volta de 4h30m, um veículo marca Gol de Cor Branca, com placas de São José dos Pinhais, levava em seu interior, três rapazes.
Que, aproximadamente cinco horas, os três amigos que seguiam no Gol branco, pouco antes de chegarem ao Viaduto do Tomate, foram atingidos por disparos. Os tiros teriam partido de dentro de um veículo Punto Vermelho, que perseguiu as vítimas. Após o atentado, este carro teria fugido...
Sendo posteriormente apurado, que dos três ocupantes do veículo alvejado, dois eram militares do exercito, às vítimas fatais: Abner Elias Cologi Taborda, (filho de Edson Jose Taborda e Sueli Cologi Taborda) e Fernando Iskiersi, (filho de Carlos e  Lidia Iskierski) e o condutor do veículo, um civil identificado como Nei da Silva Pinheiro.
Ainda conforme descrito consta que, após um provável desentendimento entre as vítimas com os suspeitos, pode ter provocado o crime.


Investigações

No início, o caso estava sendo investigado pela equipe da Delegada titular Drª. Vanessa Alice, na Delegacia Especializada de Homicídios de Curitiba/PR (DH), que evitou ao máximo prestar informações à imprensa e mídias em geral.


No *"*"*dia 17/02/2011 conforme os links abaixo, os noticiários da capital Curitiba - (PR) , anunciaram que o suspeito dos assassinatos dos rapazes, havia sido localizado através de peças de um Punto vermelho. As notícias destacavam que foi através das peças de um veículo que ligavam dois crimes envolvendo freqüentadores do Rancho Brasil. Que o suspeito teria sido preso, no caso ”tal Sérgio” de 20 anos.

*"*"*
http://www.metropolejornal.com.br/detalhes_noticias.php?codnoticia=1812
*"*"


A Delegacia de Homicídios disse na ocasião, ser ele o "tal Sérgio" o principal suspeito de matar os militares Abner Elias Cologi Taborda e Fernando Iskierski e que as câmeras de segurança filmaram o Punto vermelho do atirador, que a polícia descobriu que a placa havia sido adulterada. 

- “Apuramos que, após o crime, esse carro foi batido e remontado, numa oficina em São José dos Pinhais. O veículo não foi localizado, mas, descobrimos que algumas peças foram colocadas no Punto usado no homicídio ocorrido no estacionamento do Rancho Brasil”, explicou a delegada ******Adendo Nota 02 Drª. Maritza Haisi. 

Segundo Crime

Já o Segundo Crime, aconteceu na madrugada de 27 de janeiro de 2011 no estacionamento do Rancho Brasil e vitimou o motoboy Guilherme Henrique Dreer de 21 anos, que foi baleado e não suportou os ferimentos, faleceu no dia 02 de fevereiro no Pronto Socorro Cajuru. Dois dias após a morte de Guilherme o suspeito de matar o jovem se apresentou à polícia juntamente com o seu irmão e advogado, o suspeito não teve sua identidade divulgada pela polícia. Na Delegacia de Homicídios (DH) foi ouvido pela delegada Aline Manzatto. De acordo com as informações dos investigadores da DH - Curitiba, o irmão também se entregou a polícia, porque durante as investigações, constatou-se a possibilidade de co-autoria. - "Os dois Casos, embora tenham sido crimes semelhantes, não tinham ligação", segundo a polícia.

Desde esta ultima notícia o caso esta parado, segundo as informações dadas a família do Fernando, o tal suspeito nada tinha a ver com o caso dos rapazes. O inquérito esta parado na Delegacia de Homicídios de Curitiba, na metade do mês de maio de 2011 a mãe do Fernando esteve na Delegacia procurando informações, em conversa com o Delegado Dr. Jaime (delegado responsável pelo caso), o mesmo informou que não tinha conhecimento do caso e que não havia lido autos do inquérito. Desde esta data a mãe do Fernando tem ido a delegacia com frequencia e nada tem resolvido. Na terça feira dia 26/02/2013 ela voltou a delegacia e falou com o Delegado Dr. Jaime da Luz que informou a ela ainda não ter lido o processo/inquérito, o mesmo se comprometeu com ela a ler e dar uma resposta do andamento até o dia seguinte, mas isso não ocorreu.


Para uma mãe é difícil perder um filho assim, assassinado friamente e pior ainda é não ter os assassinos identificados e presos. Que acontece: Descaso? Falta de vontade da policia? Queremos respostas! Afinal fazem 2 anos e 2 meses do ocorrido. Minha Pergunta é o que precisamos fazer para que as nossas autoridades investiguem e deem uma resposta a esta mãe. Uma coisa é certa se eles não se importam e esqueceram, nós não vamos deixar cair no esquecimento!


Elizabeth Metynoski

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